Resenha: O Resgate No Mar — Parte 1 (Outlander #3)

Título: O Resgate No Mar: Parte 1
Autor(a): Diana Gabaldon
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 592
Classificação: 4/5
Comprar: Amazon

Quem me conhece ou que acompanhava o meu blog há alguns meses, já deve ter percebido que eu sou uma grande fã da série criada por Diana Gabaldon (tantos dos livros quanto da série de TV produzida pela Starz), então estou aqui novamente para resenhar o terceiro volume da saga Outlander. Espero que vocês gostem da resenha e que se apaixonem pela história de amor do Jamie de da Claire, da mesma maneira que eu acabei me apaixonando.

"Há vinte anos Claire Randall voltou no tempo e encontrou o amor de sua vida – Jamie Fraser, um escocês do século XVIII. Mas, desde que retornou à sua própria época, ela sempre pensou que ele tinha sido morto na Batalha de Culloden.
Agora, em 1968, Claire descobre, com a ajuda de Roger Wakefield, evidências de que seu amado pode estar vivo. A lembrança do guerreiro escocês não a abandona… seu corpo e sua alma clamam por ele em seus sonhos. Claire terá que fazer uma escolha: voltar para Jamie ou ficar com Brianna, a filha dos dois.
Jamie, por sua vez, está perdido. Os ingleses se recusaram a matá-lo depois de sufocarem a revolta de que ele fazia parte. Longe de sua amada e em meio a um país devastado pela guerra e pela fome, o rapaz precisa retomar sua vida.
As intrigas ficam cada vez mais perigosas e, à medida que tempo e espaço se misturam, Claire e Jamie têm que encontrar a força e a coragem necessárias para enfrentar o desconhecido. Nesta viagem audaciosa, será que eles vão conseguir se reencontrar?"

Escócia, 1968
Após descobrir que Jamie Fraser não morreu na Batalha de Culleden, como pretendia que ocorresse, Claire Randall/Fraser começa a pensar na possibilidade de tentar o encontrá-lo novamente. Por mais que isso seja um de seus maiores desejos, uma vez que o guerreiro escocês foi o grande amor de sua vida, a situação não é tão simples como aparenta. Para começar. é preciso juntar as evidências necessárias para descobrir sobre o paradeiro de Jaime, e para essa difícil tarefa, Claire conta com a ajuda do jovem historiador Roger Wakefield.

Outro fator a ser considerado por Claire é deixar a sua vida em Boston, sua carreira como médica e, principalmente, sua filha Brianna (fruto de seu relacionamento com Jamie) para trás. Voltar para o passado é um caminho sem volta, uma vez que as viagens temporais começaram a se tornar perigosas, podendo colocar sua vida em perigo.

Sem contar que sua cabeça está cheia de dúvidas. E se Jamie tiver se apaixonado novamente? Se ele estiver casado? Ou se ele tiver a esquecido? Por mais que odiasse pensar em tais hipóteses, não podia ignorá-las em sua mente. Vinte anos tinham se passado desde que vira o escocês pela última vez, quando atravessou pelo portal de Craigh na Dun, o famoso círculo de pedras, de forma que muitas coisas poderiam ter acontecido durante aquele período de tempo. Assim como ela havia retomado o seu casamento com Frank Randall, tentado seguir a diante com sua vida, Jamie também poderia ter feito o mesmo.

Claire se vê diante de um grande impasse: largar a vida que acabou construindo para si, sua filha, seus amigos e seu trabalho para reviver um grande amor do passado; ou deixar Jamie para trás, assim como as hipóteses do que poderia ter acontecido caso o reencontrasse novamente.

"—E se... — disse, e um nó na garganta me fez parar outra vez.
— E se o tempo corre em paralelo, como achamos que acontece... — Roger parou, também, olhando para mim. Em seguida, seus olhos voltaram-se para Brianna. 
Ela ficara terrivelmente pálida, mas tanto os lábios quanto os olhos permaneciam firmes, e seus dedos estavam quentes quanto tocou minha mão. 
— Então você pode voltar, mamãe — disse ela baixinho. — Você pode encontrá-lo."
Escócia, 1776
A vida nas Terras Altas nunca pode ser considerada como fácil, principalmente, para o jovem guerreiro escocês Jamie Fraser. Há 20 anos, ele participou da Batalha de Culleden e na época pretendia morrer lutando ao lado de seus companheiros. Aquele era o seu plano. Contudo, algumas coisas não saíram como o previsto e ele acabou sobrevivendo.

Viver pode ser considerado como um grande privilégio para muitas pessoas, mas não para Jamie durante o período do pós-guerra. Afinal de contas ele se encontrava separado de sua esposa, havia presenciado a morte de alguns de seus amigos e companheiros, e durante os anos que se passaram viveu como um completo fugitivo (nem mesmo podia passar muito tempo ao lado de sua família e em sua casa). A solidão que sentia era tanta que se deixou ser capturado pelos ingleses, sabendo que a recompensa por sua captura iria ajudar a sua família.

A vida em uma prisão não pode ser a mais agradável de todas, mas com o passar do tempo Jamie se tornou o líder dos prisioneiros, o meio de comunicação que eles tinham entre o Diretor e os presos. Por ser um homem carismático, inteligente e educado, o escocês desenvolveu uma amizade com o Major John William Grey. Tal amizade foi fundamental para que mais tarde Jamie conseguisse um trabalho na propriedade dos Dunsany, na Inglaterra.

Depois de anos afastado da Escócia, devido ao seu trabalho na propriedade inglesa, chegou o momento de deixar a vida que levava na Inglaterra para trás. A saudade de sua família, de sua terra natal era muito grande, sem contar que não era aconselhável que Jamie permanecesse em Dunsany, pelo menos não se quisesse arrumar mais problemas para si mesmo. E durante todos esses anos mesmo tendo conhecido outras pessoas, conhecido outros lugares, Jamie nunca deixou de se sentir incompleto devido a ausência de Claire em sua vida, era como se um pedaço do seu coração estivesse faltando.

"— Santo Deus, você é real!
— E você também. — Levantei o queixo para fitá-lo. — A-achei que estava morto. — Eu planejara falar descontraidamente, mas minha voz me traiu. As lágrimas rolaram pelo meu rosto, para logo molhar o tecido rústico de sua camisa quando ele me puxou com força para ele. 
Eu tremia tanto que algum tempo se passou até eu perceber que ele tremia também, e pela mesma razão. Não sei quanto tempo ficamos ali sentados no chão, chorando nos braços um do outro com a saudade de vinte anos derramando-se pelos nossos rostos."

A narrativa do livro é dividida em duas, alternando-se entre Claire e Jamie, mostrando como eles fizeram para seguir a diante com suas vidas depois que se separaram no final de "A Libélula no Âmbar", o segundo volume da série. Chega a ser emocionante toda a trajetória pela qual ambos passaram, e em sua escrita Diana Gabaldon  deixa claro quanto eles sofreram por estarem separados. Mesmo tendo se passado tantos anos eles nunca esqueceram um do outro, nunca deixaram de se amar por todo esse tempo. Também é interessante perceber que tanto Claire quanto Jamie mudaram com o passar dos anos, mas a essência dos personagens continua a mesma.

Esse foi um dos volumes mais emocionantes de toda série, até o momento. Minha única crítica negativa é em relação ao livro ter sido dividido em parte 1 e 2 (quanto terminei a primeira parte fiquei com um gostinho de quero mais, além de uma enorme curiosidade sobre o que viria a seguir. Foi angustiante ter de esperar para comprar o segundo livro para saber como terminava "O Resgate No Mar"). Sei que alguns livros enormes podem assustar alguns leitores inicialmente, mas acho que teria sido melhor se tivessem reunido tudo em um único volume.

Resenha: A Libélula no Âmbar (Outlander#2)

Título: A Libélula no Âmbar
Autor(a): Diana Gabaldon
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 944
Classificação: 3/5

Quem já me acompanha aqui no blog há algum tempo deve ter percebido que eu me tornei uma grande fã de Outlander, tanto da série (ela está disponível na Netflix!) quanto dos livros. Então, estou aqui mais uma vez para resenhar outro livro da Diana Gabaldon, o segundo volume de Outlander. Espero que vocês gostem dessa história tanto quanto eu.

"Claire Randall guardou um segredo por vinte anos. Ao voltar para as majestosas Terras Altas da Escócia, envoltas em brumas e mistério, está disposta a revelar à sua filha Brianna a surpreendente história do seu nascimento. É chegada a hora de contar a verdade sobre um antigo círculo de pedras, sobre um amor que transcende as fronteiras do tempo... e sobre o guerreiro escocês que a levou da segurança do século XX para os perigos do século XVIII.

O legado de sangue e desejo que envolve Brianna finalmente vem à tona quando Claire relembra a sua jornada em uma corte parisiense cheia de intrigas e conflitos, correndo contra o tempo para evitar o destino trágico da revolta dos escoceses. Mesmo com tudo o que conhece sobre o futuro, como será possível salvar a vida de James Fraser e da criança que carrega no ventre?"

Escócia, 1968

Vinte e três anos se passaram desde que Claire Fraser/Randall passou pela fenda nas pedras, em Craigh Na Dun. Ela retornou para o seu tempo — 1948, três anos depois de seu desaparecimento — deixando o seu grande amor para trás, o guerreiro ruivo e escocês Jaime Fraser. E como forma de tentar esquecer tudo o que viveu na Escócia, Claire retomou o seu casamento com Frank Randall e juntos os dois se mudaram apara Boston, nos Estados Unidos.

Porém, após um tempo desde a morte de Frank, Claire resolve viajar para a Escócia junto de sua filha Brianna. Juntas as duas retornam às Terras Altas em buscas de respostas. Elas conhecem Roger, o filho adotivo do falecido revendo, que está trabalhando  na organização  de livros e documentos sobre as histórias das revoltas escocesas, o que inclui a batalha de Culloden. Claire resolve aproveitar dessa oportunidade para tentar descobrir o que aconteceu com Jaime, se ele realmente morreu no campo de batalha como ele havia prometido, e também aproveita para contar a história de seu passado para Brianna.

"— Eu amava Frank — falei em voz baixa, sem olhar para Bree. — Eu o amava muito. Mas a essa altura, Jamie era meu coração e o ar que eu respirava. Não podia deixá-lo. Eu não podia — disse, erguendo a cabeça de repente para Bree, numa súplica. Ela retribuiu o olhar, o rosto impassível."
 França, 1744

Aos poucos a Escócia deixou de ser um lugar seguro para Jaime Fraser, que era um fugitivo e que já tinha sofrido nas mãos de "Black Jack", de maneira que ele e Claire são obrigados a deixar o país e resolvem se refugiar na França. Lá parece um ótimo local para recomeçar uma nova vida, sem contar que também é uma grande oportunidade para ele apoiar a causa jacobita — graças aos conhecimentos de Claire os dois estão decididos a tentar evitar a batalha de Culloden, que irá culminar na morte de vários habitantes da Terra Alta, então os dois decidem tentar impedir que os planos do príncipe Charles Stuart cheguem ao ponto da batalha final.

"Em determinado momento, isso é tudo que se pode fazer. E você aprende a não se desesperar por todos aqueles que não pode ajudar, mas apenas fazer o que pode."

A vida em Paris é muito diferente da que eles levavam na Escócia, e entre essas principais diferenças está o luxo da nova vida que levam — cortesia de um primo de Jaime, que o deixou responsável para cuidar com os seus negócios ali na cidade.

Porém, apesar de todas as coisas boas que estão acontecendo nesses últimos tempos o casamento de Claire e Jaime parece está seguindo na direção contrária. Mesmo com um bebê a caminho os dois não poderiam estar mais distantes um do outro, sem contar que as atividades de Jaime envolvendo a política fazem com que ele passe muito tempo longe de casa. Será preciso de muita dedicação e amor por parte de ambos para se manterem juntos durante esse período de dificuldade.

"— Eu sei — disse ele serenamente. — Eu realmente sei, querida. Deixe que eu lhe diga em seu sono o quanto eu a amo. Porque as palavras que lhe digo quando está acordada são sempre as mesmas, não são suficientes. Enquanto você dormir em meus braços, posso dizer-lhe coisas que soariam tolas e loucas e seus sonhos entenderão a verdade delas. Volte a dormir, mo duinne."

Assim como no livro anterior eu li "A Libélula no Âmbar" em uma questão de poucos dias, eu estava ansiosa para ver o que iria acontecer com a Claire e  Jaime (como eu amo esse casal). Porém, o que eu não gostei muito nesse livro foi que os acontecimentos (a maioria deles envolvendo política) se passaram de uma forma muito lenta, a  maior parte da ação foi deixada para o final.

Resenha: A Viajante do Tempo (Outlander #1)

Título: A Viajante do Tempo (Outlander #1)
Autor(a): Diana Gabaldon
Editora: Arqueiro
Número de páginas: 800
Classificação: 5/5

O meu primeiro contato com a série Outlander (ela tá disponível na Netflix, não perca tempo e vai logo assistir) foi incrível, com uma trama bem envolvente e com ótimos personagens foi impossível não gostar de Outlander, eu passei a amar essa série desde o primeiro episódio. E depois de terminar assistir as duas temporadas eu resolvi dar uma chance para os livros, e assim como a série acabei me encantando completamente pela história criada por Diana Grabaldon.

"Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros. Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro das Terras Altas, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo pelo escocês. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?"

Escócia, 1945

A Segunda Guerra Mundial foi um período difícil para muitas pessoas, não? Para a destemina enfermeira Claire Beauchamp, esse foi um período em que passou afastada de seu marido Frank Randall de modo que ele parecesse um completo estranho para ela. Para poderem se reconectar depois de passar tantos anos longes um do outro nada melhor do que uma segunda lua de mel, essa parece à oportunidade para Claire e Frank retornarem com a vida que levavam antigamente, quem sabe até mesmo uma oportunidade para formar uma família.

Eles vão para Inverness, uma cidadezinha que fica na Escócia. Além de ser um bom local para uma segunda lua de mel, também é a oportunidade perfeita para Frank poder pesquisar um pouco mais sobre sua linhagem. Por ser um historiador ele possuía um grande interesse e curiosidade em saber sobre seus antepassados. Enquanto Frank fica ocupado para descobrir mais sobre Jack Randall, também conhecido como "Black Jack" — um de seus parentes que era bastante conhecido naquelas localidades por meado de 1730 —, Claire passa o seu tempo estudando botânica — o seu novo hobbie — e conhecendo novas espécies de plantas. 

"Você esquece a sua vida após um tempo. Coisas que lhe são queridas são como um colar de pérolas. Corte-o e elas se espalham pelo chão, indo para cantos escuros, não sendo mais encontradas. Então você segue em frente. E um dia acaba esquecendo como as pérolas eram."

Acontece que em Inverness está se comemorando um feriado importante, de modo que Frank resolve ir com sua esposa observar, ou melhor, bisbilhotar, um ritual druida que iria acontecer em Craigh na Dun, o famoso círculo de pedras. Ao observar aquelas mulheres fazendo tal ritual, Claire imediatamente sentiu que não deveria estar ali. Era como se houvesse uma fonte poderosa de magia ali e ela e seu marido não eram dignos de observar tal ritual, afinal de contas ambos eram forasteiros.

Contudo, o que Claire não podia imaginar era que ao retornar a Craigh na Dun  no dia seguinte para obter mais informações sobre uma flor sua vida iria mudar completamente. Ela mal imaginava que estava prestes a embarcar em uma viagem.
Escócia, 1743

"Parecia inconcebível, mas todas as evidências indicavam que eu estava em um lugar onde os costumes e a política do final do século XVIII ainda vigoravam. Eu teria imaginado que tudo não passava de algum tipo de espetáculo à fantasia, se não fosse pelos ferimentos do jovem a quem chamam de Jamie."

Ao encostar na pedra, Claire é transportada para o ano de 1743. Atordoada sem saber o que tinha acontecido, nem mesmo tendo noção da viagem temporal, ela se vê sozinha naquela confusão. Claire até tenta retornar para o local onde tinha estacionado o seu carro, mas é uma tentativa em vão. E como se não fosse o bastante ela acaba se envolvendo em um conflito entre os escoceses e os ingleses, além de se deparar com o temível Jack Randall.

Em um só dia ela fez uma viagem temporal para o passado, quase foi assassinada e estuprada. A sorte de Claire é quando ela se depara com alguns homens do clã McKenzie, ganhando um abrigo no castelo Leoch. Sua habilidade como enfermeira permite que ela possa ajudar as pessoas, incluindo Jamie, um guerreiro das Terras Altas.

"— Ah, sim, Sassenach — respondeu ele, um pouco melancolicamente. — Eu sou seu senhor... e você é minha senhora. Parece que não posso possuir sua alma sem perder a minha."

Para se adaptar a essa noca época, Claire vai precisar se esforçar e se lembrar constantemente que não está mais no ano de 1945. Sem contar que a Escócia, em 1743, ela corria um grande perigo por ser uma inglesa em meio a um conflito entre os ingleses e os escoceses. Sendo assim, retornar para sua casa e para Frank parece ser algo cada vez mais difícil, até mesmo levando em conta que é preciso lutar contra atração que tem por Jaime.

A primeira coisa que eu percebi lendo "A Viajante do Tempo" foi como a série estava fiel ao livro, e para qualquer leitor não há nada melhor do que ver um filme ou série que seja fiel a obra (nem preciso dizer que nesse quesito a adaptação de Percy Jackson foi um desastre completo). Desde os pequenos detalhes até os maiores estavam perfeitos, e enquanto lia não podia deixar de pensar no Sam Heughan e na Caitriona Balfe que deram vida ao Jamie e à Claire.

Simplesmente me apaixonei por esse universo criado por Diana Grabaldon. Com uma escrita extremamente detalhada pude imaginar com facilidade os locais, isso tornou a narrativa ainda mais rica. Se você gosta de romances de época não pode deixar de ler "A Viajante do Tempo", assim como os outros volumes da série. Você vai se envolver pela história do livro, pelo romance entre Claire e Jamie, esse livro é simplesmente irresistível! Uma vez que se começa a ler não dá mais vontade de parar.